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Quando não somos todos iguais

No Dia Internacional da Criança com Cancro, que se assinala a 15 de Fevereiro, sensibilizamos para o tema. Porquê? 

• Apesar de a taxa de sobrevivência rondar os 80%, 2/3 tem efeitos colaterais a longo prazo;
• A investigação é insuficiente e são feitos poucos ensaios clínicos em crianças - há muitos anos que não há um novo medicamento para crianças, sendo estas tratadas com os medicamentos dos adultos;
• Não existe ainda um Registo Oncológico Pediátrico que permita conhecer em detalhe a realidade portuguesa, determinante para melhorar as condições de tratamento e acompanhamento na sobrevivência;
• É preciso garantir uma sobrevivência com qualidade e em igualdade de circunstâncias, passando pelo acesso a seguros de vida e de saúde; tratamentos de fertilidade e adopção; condições apropriadas de educação; apoio psicológico; apoios sociais e laborais para os cuidadores que vêem a sua vida marcada pelo aumento das despesas e diminuição das receitas.
Ultrapassar a doença não é só a ausência de sintomas, mas é fundamentalmente a presença de condições para ter uma vida com qualidade em igualdade de circunstâncias.
Conheça aqui o Press Release da Acreditar.

Na Acreditar, este dia foi assinalado com a presença dos jovens sobreviventes nos hospitais. Em Lisboa, Coimbra, Porto e Funchal estiveram nos vários serviços de oncologia pediátrica partilhando o seu testemunho com aqueles que agora enfrentam a doença. Porque é imperativo sensibilizar, e um sobrevivente fá-lo de forma única, também estiveram nas entradas dos hospitais a entrega informação aos visitantes que ficaram mais esclarecidos sobre as várias dimensões da vida que são afectadas quando a doença surge cedo demais. 

Neste artigo do Público, Margarida Cruz, directora-geral da Acreditar, dá-nos conta da “contradição inexplicável” com que se confronta, lembrando que “a mesma sociedade que não deixa esquecer que o cancro cruzou a vida de alguém, esquece-se de investir no que seria determinante para uma vida melhor”.
Enquanto presidente da comissão directiva da Acreditar, João de Bragança faz neste artigo do Sapo 24 uma reflexão a propósito deste dia, afirmando que “o sucesso da Acreditar é um percurso, não um destino. Não baixaremos os braços no nosso desejo de alterar práticas ou legislação existente, respondendo aos anseios de Pais e sobreviventes que nem sempre entenderão as opções políticas do momento”.


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