 |  A ideia de criar Casas de acolhimento para estas crianças e suas famílias surgiu da necessidade de garantir um ponto de apoio logístico próximo para as crianças, acompanhadas das respectivas famílias, durante os períodos de tratamento ambulatório. De facto, grande parte destas crianças não vive nos grandes centros urbanos. Algumas são de regiões deles distantes, não só do Continente, como da Madeira, dos Açores ou de países africanos de expressão portuguesa. Esta situação obrigava frequentemente ao alargamento forçado dos períodos de internamento, ou à instalação das famílias em condições precárias e não adaptadas. A resposta encontrada foi a criação, de raiz, de Casas que pudessem, durante estes períodos, ser o lar de todos os que estão deslocados. | | |